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Para aquecer os motores para este final de semana, vamos olhar para trás. Todo praticante tem aquela sessão que não foi apenas "boa", mas foi um divisor de águas. Aquela que consolidou um fetiche, que aprofundou uma conexão ou que testou limites que você nem sabia que existiam.
Minha provocação para vocês:
Qual foi a sessão que marcou a sua trajetória e por quê?
O que essa sessão tinha que as outras não tinham? Foi o aftercare? Foi a superação de um medo? Ou foi simplesmente o "clique" de estar no lugar certo, com a pessoa certa?

Primeiro as damas. Fique à vontade pra começar, eu adoraria saber.

Aliás, ótimos questionamentos, fiquei curioso.

Alguns anos atrás, eu ainda estava entendendo minha submissão e era bastante orgulhosa e petulante. Já sabia que era masoquista, mas a submissão ainda me gerava bastante conflito. Não gostava da ideia de ter um homem querendo mandar em mim kkkkk

Zoei meu dom em uma ocasião onde ele estava lascado e flertei com outro dom em outra ocasião. Eles eram amigos e eu não sabia... ele ficou sabendo.

Recebi o meu primeiro castigo de verdade. Duro, humilhante, doloroso, intenso. Um nível de desconforto físico e psicológico que, em outro contexto, me deixaria assustada ou magoada. Mas, pra minha surpresa (e pra dele) no final de tudo, mesmo lascada, eu estava excitada.

Até então eu o via como um rolo casual, alguém com quem eu brincava e experimentava sensações diferentes. Ali, pela primeira vez, entendi de fato a dinâmica de obediência e poder. Aguentei quieta porque, naquele momento, fazia sentido pra mim. E gostei, porque o vi exercer seu poder de um jeito que nunca tinha sentido antes. Deixei de vê-lo como ficante e passei a enxergá-lo como meu dominador.

É difícil explicar. Não me considero brat nem sam. Passei a ser mais obediente, não por medo de um novo castigo, mas porque tive um alinhamento interno. Essa sessão foi o meu click. Eu gostei daquilo, do poder de outra pessoa sobre mim.

Nunca mais o desrespeitei daquela forma não por imposição, mas porque a dinâmica se estabeleceu de maneira muito natural. Até o olhar dele tinha efeito sobre mim. A partir daí, me submeter deixou de ser um conflito e passou a ser algo muito natural e gostoso.

Não estamos mais juntos, mas nutro muito respeito por ele até hoje. E até hoje prefiro parceiros que despertem esse mesmo tipo de respeito e admiração.

40 minutes ago, gsylveon said:

Alguns anos atrás, eu ainda estava entendendo minha submissão e era bastante orgulhosa e petulante. Já sabia que era masoquista, mas a submissão ainda me gerava bastante conflito. Não gostava da ideia de ter um homem querendo mandar em mim kkkkk

Zoei meu dom em uma ocasião onde ele estava lascado e flertei com outro dom em outra ocasião. Eles eram amigos e eu não sabia... ele ficou sabendo.

Recebi o meu primeiro castigo de verdade. Duro, humilhante, doloroso, intenso. Um nível de desconforto físico e psicológico que, em outro contexto, me deixaria assustada ou magoada. Mas, pra minha surpresa (e pra dele) no final de tudo, mesmo lascada, eu estava excitada.

Até então eu o via como um rolo casual, alguém com quem eu brincava e experimentava sensações diferentes. Ali, pela primeira vez, entendi de fato a dinâmica de obediência e poder. Aguentei quieta porque, naquele momento, fazia sentido pra mim. E gostei, porque o vi exercer seu poder de um jeito que nunca tinha sentido antes. Deixei de vê-lo como ficante e passei a enxergá-lo como meu dominador.

É difícil explicar. Não me considero brat nem sam. Passei a ser mais obediente, não por medo de um novo castigo, mas porque tive um alinhamento interno. Essa sessão foi o meu click. Eu gostei daquilo, do poder de outra pessoa sobre mim.

Nunca mais o desrespeitei daquela forma não por imposição, mas porque a dinâmica se estabeleceu de maneira muito natural. Até o olhar dele tinha efeito sobre mim. A partir daí, me submeter deixou de ser um conflito e passou a ser algo muito natural e gostoso.

Não estamos mais juntos, mas nutro muito respeito por ele até hoje. E até hoje prefiro parceiros que despertem esse mesmo tipo de respeito e admiração.

Relato muito interessante. Viajei na curiosidade dos detalhes rs

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